Essas 10 faixas operam em um nível sônico muito rico, surgido a partir da invenção de um mundo conceitual em que são permitidas, inclusive, pontes com raízes psicodélicas, mas que encontram sua maior força em performances vocais deslumbrantes, funcionando somente por um bom desenvolvimento do quarteto maringaense como letristas.

Leia agora a crítica completa feita por Alejandro Mercado para A Escotilha.

“Se ‘Age of Fuzz’, do quarteto Fusage, não é um dos lançamentos mais implacáveis do stoner rock no Brasil este ano, temos que desligar as máquinas e refletir.”

Alejandro Mercado – A Escotilha